Saudações
queridos!!
Bem, devem ter percebido que fiquei
meio “off-line” nos últimos dias. “Recoloquei
as morangas no andar da carruagem”. Mas o que me traz aqui hoje não é política,
sim, hoje não falarei sobre política, mas sobre um programa televisivo que virou
um dos principais assuntos das últimas semanas.
Depois de ler, assistir vídeos...
formei minha opinião, na verdade, minha opinião já estava formada a respeito,
mas nunca fui provocado para falar a respeito. Refiro-me à novela “Babilônia”.
A novela “Babilônia”, apresentada no
horário nobre da Rede Globo, entre 20h30min e 22h00min, está entre as rodas de
discussão desde os primeiros minutos que foi ao ar, em março/2015. Antes dos 15
minutos iniciais, o folhetim trouxe um beijo gay entre duas mulheres veteranas,
veteranas em idade biológica e na vida profissional como atrizes, que
particularmente acredito ser ofensivo à reputação de tais atrizes, Fernanda
Montenegro e Natália Timberg. Fernanda “ontem era a Senhora Aparecida, hoje é
uma lésbica”. Coerência, inclusive de papéis faz bem!
O respeito entre pais e filhos, onde
os pais devem ser exemplos, a novela não mostra, mas sim onde uma mãe empurra a
filha para se prostituir, porém a filha não quer. Vejam ao ponto chegamos: a
mãe mandando a filha trocar sexo por dinheiro. Belo Exemplo!!
Seguindo sua missão, a Rede Globo
está, principalmente, através das novelas, tentando impor o marxismo cultural
em cada casa. Sua programação televisiva valoriza o fim da instituição família.
Segundo a programação apresentada por ela, a Globo, ninguém é de ninguém, vivem
entre tudo e todos, onde cada um faz o que quer e como quer com quem quer e
onde quer. Estou errado ou pode ser comparada à história de Sodoma e Gomorra?
Em resumo, a novela não traz nada de útil!
Aí você me diz assim: ah, Alex, mas a novela está abordando o assunto sobre o
recomeço da vida desse ou daquele, ou então, ela está motivando a nunca
desistir de ser feliz com quem se ama. Concordo! Afinal, para trazer os
escravos para o Brasil, os senhores ofereciam festa para os negros e, quando
acordavam da bebedeira, já eram “pré escravos”.
Findo afirmando que as novas novelas
da Rede Globo são a cara do deputado federal Jean Wyllys, do PSOL/RJ.
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