terça-feira, 21 de julho de 2015

Respeito faz bem!

Saudações queridos!!

Logo após Deus criar o mundo, os habitantes começaram a se especializar em algumas funções, que mais tarde viraram profissões, dentre eles médicos, advogados, engenheiros...
Passado alguns milhares de anos, os profissionais, digamos... os...médicos continuaram evoluindo no conhecimento, isso tudo na busca da eterna juventude e na vida eterna (carnal).
Porém, os evolucionistas ao trazer o conhecimento a esses profissionais da saúde, não os ensinaram a serem educados e a respeitar quem os procura. Ao procurar um médico, ninguém vai para conversar ou contar as façanhas do dia, mas para buscar uma cura ou algo a mudar no corpo.
Hoje pela manhã recebi uma ligação de um cidadão arroio-meense, contribuinte... que expôs grande desgosto com o atendimento recebido por um profissional da saúde, na verdade, um médico... é médico!
Na reclamação ele (contribuinte) conta que ontem à noite (20/07/15) fora utilizar do plantão do Hospital São José com o filho que estava com o corpo “embolotado” e com coceira. Ao ser chamado para o atendimento, o médico, Dr. Cristian Richard, se negou atender a criança afirmando que isso não é sua função e que deveria procurar um pediatra.
O contribuinte não tinha o que fazer senão esperar amanhecer o dia e procurar um pediatra, desembolsando uma consulta particular. A pediatra constatou uma virose, gente, uma virose! O médico não atendeu a criança por causa de uma virose simples. Poderia ao menos ter atendido a criança com educação e sugerir a procura de um pediatra.
Abaixo transcrevo a reclamação do contribuinte, solicitei que escrevesse para que eu lembrasse de postar ao sentar diante do meu computador, in verbis:
Ascendente foi no médico levar o descendente que tem 3 anos, no hospital São José la pelas 23 horas de ontem, e o médico de nome Cristian Richard atendeu muito mal e sequer olhou o corpo que possui diversas manchas e bolinhas vermelhas. Disse que isso não é função dele e que fosse procurar um pediatra. Hoje fui na pediatra e ela disse que ele está com a virose mão pé e boca, com várias feridas na língua e garganta além do corpo. E o plantão é um cavalo vestido de médico.
Analisando a história, é claramente perceptível que o profissional não é tão profissional. Consta saber que o profissionalismo é um tripé: conhecimento, educação e humildade. Algo não completou o tripé!
Senhor prefeito, acredito que a contrapartida oferecida frente ao serviço prestado pelo referido profissional seja muito superior ao atendimento realmente prestado. Verifique o ocorrido e preste as devidas explicações, o povo merece.

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